CIRURGIA PLÁSTICA

O termo ginecomastia vem do grego e significa mamas femininas. É uma alteração que afeta os homens e é causada por um desenvolvimento excessivo no tecido da região mamária masculina.

plastica8

 

Ocorre nas fases de mudanças hormonais do homem, tais como: infância, adolescência e velhice. Em sua grande maioria, não é associada a qualquer doença. Pode ocorrer naturalmente na puberdade, regredindo espontaneamente nessa fase da vida. Caso surja em adultos, condições clínicas como tumores devem ser pesquisadas. Caso a ginecomastia não regrida na adolescência, pode ser operada, pois, o formato mamário feminino num homem é uma causa importante de vergonha e inibição.

No homem adulto normal, não há tecido mamário palpável. A ginecomastia apresenta-se como uma massa na região mamária, palpável, variando de 1,0 a 10 cm de diâmetro. Ela apresenta-se geralmente unilateral, podendo desenvolver-se após meses ou anos na outra mama. O mamilo e a aréola raramente apresentam mudanças significativas, embora hipertrofia dos mamilos e alargamento das aréolas possam ocorrer. Os sintomas limitam-se à massa palpável e pouca dor à palpação, principalmente nos adolescentes. Porém, na maioria dos casos, a doença é assintomática.

A maioria dos casos de ginecomastia ocorre na puberdade, com uma incidência de 65% em jovens entre 14 e 15 anos. Essa condição desaparece durante os últimos anos da adolescência, apresentando-se apenas em 7% aos 17 anos de idade. A incidência aumenta com a progressão da idade, atingindo até 30% nos homens idosos.

As diferentes causas de ginecomastia determinam a abordagem terapêutica mais apropriada. O uso abusivo de bebida alcoólica e maconha podem predispor ao desenvolvimento da doença. Caso surja na puberdade, pode-se aguardar pelo menos dois anos para observar se a regressão espontânea ocorre. Pessoas que ingerem esteróides ou anabolizantes levam a ginecomastia que não regride espontaneamente. Medicações para úlceras gástricas, calvície ou problemas de próstata, tumores da glândula mamária e alterações hormonais exigem uma maior investigação clínica.

Fonte – (www.cirurgiaplastica.org.br)


VEJA TAMBÉM